Quando assisti ao filme "A Bússola de Ouro", saí do cinema querendo ler o livro, de Phillip Pulmann. Alguns meses depois, terminei essa tarefa. E sem arrependimentos! É uma bela história de fantasia, em um mundo diferente do nosso, com uma mitologia intrigante. Depois revi o longa. O filme infantiliza um pouco a história, cortando as referências a bebida, cigarro e religião. Mas isso não é um defeito, até porque amplia o alcance da história para os pimpolhos. Só fiquei um pouco decepcionado com o desfecho, pois os capítulos finais do livro não foram incluídos no filme. Se eu tivesse lido antes de assistir acho que ia ficar insatisfeito... Nota baixa para as legendas brasileiras do filme: os tradutores ignoraram o termo "aletiômetro", chamando o instrumento de "bússola" o tempo todo. De qualquer forma, o longa cumpriu seu papel. Me divertiu, e me incitou a ler a obra original. P.S.: um grande momento da trama, para quem aprecia matemática e religião, é quan...