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O The Flash

Quando eu era criança, eu chamava o Flash de "o the Flash" (lê-se o Defléche). Provalvemente por causa do filme que passava mensalmente na sessão da tarde. Pelo menos eu sei que não era só eu. Ainda hoje, vejo muito adultos (as crianças da época) se lembrarem do Defléche como herói favorito de suas infâncias.

Quando um herói é cruel

O texto abaixo comenta uma história publicada na revista Liga da Justiça 70. Se você ainda não leu e quer guardar a surpresa é melhor parar por aqui. Existe uma linha que os super-heróis usualmente não cruzam - eles não matam - salvo raras excessões. Na história Justiça-Relâmpago , escrita por Mark Waid, o Flash Wally West quase ultrapassou essa linha. O vilão Inércia era o responsável pela morte do seu primo, Bart Allen. Wally o perseguiu, querendo fazer justiça, mas até que chegou a conclusão: "Não posso cruzar essa linha. Não posso matar Inércia. Por isso faço coisa pior." E ele não matou. Só imoblizou o vilão pra sempre. Agora Inércia fica paralisado, mas consciente, ouvindo e pensando em tempo real, eternamente preso, num corpo congelado. Só que isso é muita crueldade, e o próprio Flash tem consciência disso. E ser...

Liga da Justiça

Lojas Americanas, seção de brinquedos: - Eu não tô encontrando o Homem-Aranha... - Mas mãe, aí só tem os bonecos da Liga da Justiça! - Eu sei, mas tinha que ter o Homem-Aranha... - É claro que não tem mãe! É a Liga da Justiça! - Mas cadê o Homem-Aranha?