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Jogos Vorazes (2)

Li Jogos Vorazes às pressas, pra poder ver o filme logo no fim de semana de estreia. E, mesmo com a expectativa alta, o longa-metragem conseguiu me surpreender positivamente. É certamente o próximo filme que você deverá assistir no cinema. É irrelevante comparar livro com filme, pra dizer qual é melhor. Nesse caso o importante é dizer que são complementares. Enquanto o livro se concentra na mente da protagonista Katniss, o filme traz uma visão de todas as outras tramas paralelas, mas mantendo-se fiel à trama original. São duas experiências diferentes e independentes, ambas recomendáveis. A classificação indicativa do filme fez com que a violência ficasse em segundo plano, muitas vezes oculta por uma câmera que treme bastante. A tremedeira, aliás, é o único ponto que prejudicou a produção, na minha opinião; E por mais que o final possa parecer previsível de certa forma (e na verdade é), isso não diminui a grandeza do filme nem as expectativas que são geradas para a sequência. Não dá...

Como as pessoas escolhem um tablet

Esse post não tem o objetivo de orientar o leitor sobre como ele deve escolher qual tablet irá comprar. É apenas uma teoria sobre o que leva o usuário a escolher determinado modelo. Não levem (muito) a sério, por favor. A maioria dos tablets está disponível com memória de 16, 32 e 64 gigabytes, e as diferenças de preço são signifcativas. Na prática, um tablet de 16 GB atende bem a grande maioria dos usuários, mas isso não quer dizer que ele seja um super sucesso de vendas se comparado aos outros. Quem compra o de 64 GB é a pessoa que usa no máximo uns 10% da memória do aparelho, mas tem dinheiro e quer “o melhor”, mesmo sem saber direito o que ele tem de superior. Já o dono do tablet de 32 GB não se sente à vontade pra comprar o de 16 GB porque ele não quer ter o “pior” mas tem consciência de que 64 GB é um exagero, e acaba optando por um intermediário. Quem tem o de 16 GB é aquela pessoa que juntou dinheiro durante meses pra comprar o aparelho e tem que optar pelo mais barato. C...

Jogos Vorazes

O trailer do filme Jogos Vorazes me conquistou na primeira vez que vi. Correndo contra o tempo, adquiri o primeiro livro da série para poder ler antes da estreia do filme, prevista para o dia 23 de março. Antes de tudo, ignore os cartazes que contém a frase: “A mais nova febre mundial tão grandiosa como “ Harry Potter ” e “ A Saga Crepúsculo ””. Basicamente, essa frase tenta atrair o público das séries citadas, mas que não tem nenhuma relação com a história de Jogos Vorazes. Provalmente foi criada por pessoas que colocam “ muito louco ” nos títulos de filmes. A semelhança é que o longa é baseado num livro de uma série voltada para o público infanto juvenil. A única comparação coerente que consigo enxergar é com o mangá Battle Royale. Ambas as histórias tratam de jovens que tem que lutar até a morte em um reality show. Premissa interessante, recheada de crítica política, e primorosamente desenvolvida tanto no livro quanto na série de mangás. Ao longo das quase quatrocentas páginas...

Os feijões de todos os sabores

Um dos conceitos mais divertidos da série de livros do Harry Potter é o dos feijões de todos os sabores. Basicamente, são balas em formato de feijão que têm gosto de cereja, melancia, vômito e cera de ouvido, entre outros. Quando o parque temático “The Wizarding World of Harry Potter”, que fica dentro da Universal Islands of Adventure, foi inaugurado, a loja de doces Honeydukes surpreendeu os fãs com os tais feijões pra vender. Naturalmente, não pude deixar de comprar uma caixinha de balas quando fui ao parque. O problema é que eu não tinha coragem de comer, por não saber se ia estar experimentando uma bala de minhoca ou uma de tutti-frutti. Quando a data de validade foi se aproximando, tomei coragem e abri o pacote. Pra minha surpresa, havia um folheto com a legenda (reproduzido acima) que facilitou bastante minha vida. Há balas deliciosas como a de melancia, cereja e marshmallow. Outras são simplesmente OK, como tutti-frutti e maçã-verde. E algumas eram pra ser gostosas, ma...

E o Oscar vai para…

Todo ano é a mesma coisa: fico na torcida pelos menos filmes favoritos, e dificilmente eles recebem algum prêmio da Academia. É comum as pessoas ficarem insatisfeitas com os resultados do Oscar, e comigo não é diferente. Vi poucos filmes dentre os que estão concorrendo na premiação de hoje, então resolvi fazer minha própria seleção. Durante os últimos doze meses vi 49 filmes e, naturalmente, os que não assisti não entram no páreo. E o Oscar vai para… Melhor Filme: X-Men Primeira Classe Melhor Direção: J. J. Abrams (Super 8) Melhor Ator: Andy Serkis (Planeta dos Macacos: A Origem) Melhor Atriz: Emma Watson (Harry Potter e as relíquias da morte – Parte 2) Melhor Ator Coadjuvante: Hank Azaria (Os Smurfs) Melhor Atriz Coadjuvante: Chloe Moretz (A invenção de Hugo Cabret) Melhor Filme Estrangeiro: Muita Calma Nessa Hora (Brasil) Melhor Filme de Animação: As Aventuras de Tintin Melhor Roteiro Original: Super 8 Melhor Roteiro Adaptado: Harry Potter e as relíquias da morte - PArte 2 M...

The Vaccines, finalmente no Brasil

Falar que uma banda que apareceu pro mundo só ano passado “finalmente” vem ao Brasil pode parecer exagero, mas nesse caso não é. O The Vaccines tinha participação confirmada no Planeta Terra Festival no ano passado, mas infelizemente cancelou sua apresentação. Naturalmente, fiquei frustrado: foi uma das bandas que mais ouvi em 2011. Pra compensar o cancelamento (e pra encher o bolso de dinheiro também), a banda confirmou dois shows no Brasil no mês de abril . A venda de ingressos começou hoje, e pouco mais de meia-hora depois, o primeiro lote constava como esgotado no site. Seria minha segunda frustração? Algumas horas depois, consegui garantir meu ingresso. Eles ainda não estão com essa bola toda de esgotar tudo em uma hora, mas se eu fosse você já comprava sua entrada! Agora é esperar até abril. Reproduzo na sequência a resenha que fiz para o álbum de estreia da banda, What Did You Expect From The Vaccines? , publicada originalmente no site Discopops em março do ano passado. “N...

Síndrome da vibração fantasma

Já ouviu falar da síndrome da vibração fantasma ? Até ler a Wired desse mês eu nunca tinha visto esse termo, mas agora eu já sei que ele existe, e eu sou um portador. Conhecido pela sigla PVS ( Phantom Vibration Syndrome ), o fenômeno ocorre quando um usuário de telefone celular imagina que seu aparelho está vibrando no seu bolso, quando na verdade isso é apenas uma alucinação tátil. E descobri que além de mim, outros bilhões de pessoas também sofrem os mesmos efeitos. De acordo com o texto de Brendan I. Koerner , a origem da PVS ainda não foi descoberta, mas há três hipóteses: 1 – A radiação do telefone celular provoca a tremulação dos músculos da perna. 2 – O efeito é causado por desconforto gastrointestinal. 3 – A PVS é um efeito colateral do stress. Ao assumir que a causa mais provável é terceira, uma solução potencial é desligar o alerta vibratório do telefone e utilizar apenas o sonoro. Creio que funcione, mas provavelmente deve gerar o efeito colateral da “síndrome do som ...