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Você não precisa de uma televisão tão grande!

(ou será que precisa?)   Pra muita gente, quanto maior é uma televisão, melhor. Pode até ser em muitos casos, mas em determinadas situações o tamanho exagerado de uma TV acaba sendo prejudicial. O assunto “retina display” tem aparecido constantemente nas publicações (e propagandas) de tecnologia. Basicamente, um tela com retina display tem a resolução tão alta que o olho humano não consegue perceber a existência dos pixels. Só que na prática, qualquer televisão pode ser uma “retina display”. Isso só depende da distância em que o telespectador está dela. Nota: Se você se assustou com as fórmulas abaixo e não quer saber de matemática, não precisa parar de ler. Todas as contas estão resolvidas e aparecem só como referência. Você pode simplesmente ignorá-las e continuar lendo o texto. Existe uma fórmula utilizada para se calcular qual é a distância ideal de uma tela. Onde: D = Distância ideal (é o número que está sendo calculado); DD  = Diagonal (é o tamanho “comercia...

O ingresso é caro e a culpa é sua

Ontem as mídias sociais ficaram movimentadas com o anúncio das informações detalhadas sobre o festival Lollapalooza Brasil. Em primeiro lugar, por causa do line up que, na minha humilde opinião, é a melhor escalação de bandas em um festival que já vi no Brasil. E em segundo lugar por causa do preço: a pré-venda custa 900 reais para três dias. Não pesquisei a fundo, mas pelo que conheço, acredito que o ingresso é um dos mais caros do mundo. Me sinto à vontade pra afirmar que há dois motivos que fazem com que os preços dos shows internacionais sejam tão altos no Brasil. 1 – Carteiras de estudante falsas A lei de meia-entrada já foi boa (principalmente quando eu era estudante), mas o público em geral não soube aproveitar o benefício e hoje ela só serve pra fazer as pessoas honestas se darem mal. O motivo é a quantidade de documentos falsos que as pessoas fazem para usufruir do benefício da meia-entrada. Só no Lollapalooza desse ano, 87% das entradas vendidas foram meia. Sincerament...

O retorno d’O Resistor

Uma das atividades que mais me divertiu durante a graduação foi o jornal O Resistor . Quando comecei o curso, em 2003, ele era apenas um jornal de uma página (com a folha bem grande) que ficava pregado nos murais da Escola de Engenharia da UFMG. Depois de um tempo ele deixou de ser editado, mas não foi esquecido. Em frente ao prédio novo (na época) da Escola de Engenharia, parte da equipe d’O Resistor em 2007: Gustavo, Gregório, Ruslan, Luisa e Guilherme Em meados de 2006, resolvemos reeditar o jornal de uma forma diferente. Voltamos para a edição número 1 e passamos a lançar edições impressas, distribuídas nos corredores da escola por “jornalistas” devidamente uniformizados. Dessa vez O Resistor passou a contar também com um blog, disponível até hoje no endereço oresistor.blogspot.com . Além do conteúdo da edição impressa, o blog também contava com conteúdo extra, como uma impagável entrevista em vídeo com a lenda viva da elétrica , e explicações sobre o fato da rede elétrica ter 6...

Quem não se decepcionou com o iPhone 5?

Foi-se o tempo em que o iPhone era o melhor smartphone do mercado. Se o Galaxy SII da Samsung ainda gerava dúvidas e dividia as pessoas, o Galaxy SIII surgiu para não deixar nenhum questionamento sem resposta. O anúncio de smartphones como o Optimus G da LG também aqueceu o mercado, e empresas como Sony, HTC e Motorola também tem se movimentado lançando produtos de altíssima qualidade. Os últimos meses foram repletos de rumores sobre como seria o novo smartphone da Apple. Referência em inovação, a empresa que ditou o mercado nos últimos anos precisava dar uma resposta ao mercado cada vez mais concorrido. Finalmente, foi anunciado o iPhone 5 no dia 12 de setembro. Provavelmente, apenas dois grupos não se decepcionaram: os fãs cegos da maçã e quem não esperava nada da marca. É inegável que o novo aparelho é uma boa evolução do iPhone 4S, mas ele não traz tantas mudanças radicais. Mais fino, mais leve, com a bateria melhor, isso era mais que esperado. O processador é mais veloz, a ...

A história da Lego

Sempre gostei de Lego. Quando muito pequeno, tinha algumas peças do Lego Duplo (aquele das peças gigantes, que não podem ser engolidas) e depois ganhei alguns dos kits com as peças tradicionais. Provavelmente era o brinquedo que passava mais tempo brincando, mais até que videogame. E tenho certeza que, de alguma forma, a Lego contribuiu para o meu desenvolvimento intelectual. Nesse mês a empresa dinamarquesa completou 80 anos, embora os famosos tijolinhos tenham “apenas” 54 anos. Ao menos em relação à Lego, minha infância foi parecida com a de muitas crianças. E ainda é. Para comemorar a data, a empresa produziu uma animação de 17 minutos no melhor estilo dos filmes da Pixar. Está em inglês, mas é fácil de entender. É uma história bonita, divertida e que fortalece o vínculo dos fãs com a marca. Entre idas, vindas, descrenças e vários recomeços, a Lego se tornou um sucesso e ainda hoje é exemplo de inovação.

Qual Spice Girl é mais popular?

Com a reunião das Spice Girls para o encerramento das Olímpiadas de Londres, as garotas que fizeram o girl power tão popular nos anos 90 voltaram às manchetes. Após o fim do grupo, todas seguiram carreira solo, mas a única que continua firme e forte no mundo da música é Melanie C que, mesmo longe dos tempos áureos do grupo, continua lançando novos álbuns numa frequência significativa. Para saber por onde anda cada uma delas e descobrir quem é a mais popular, consultei os registros do Last.FM (obrigado, big data!) desde 2002 para montar o ranking. As informações adicionais vieram da Wikipédia. Melanie B é a menos ouvida entre as Spice Girls, com suas músicas tendo sido executadas 379.492 vezes desde que o Last.FM existe.  Melanie Brown lançou 3 álbuns de estúdio, o último deles em 2010. Música mais popular hoje: Feels So Good   Victoria Beckham (que já foi Victoria Adams) é a 4ª do ranking com 831.301 execuções de suas músicas. Teve apenas um disco lançado oficialmen...