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Mostrando postagens com o rótulo autobiografia

Gregório, o Homem do Ano

Dia desses recebi um e-mail que, em um primeiro momento, me deixou muito feliz. "Fala Gregório, mais uma... Vc topa fazer uma entrevista com foto de uma página para a Revista Borigodofa*? Eles te consideram o "Homem do Ano de 2013" e queriam fazer esta matéria para a revista. Eles tem até o dia 07/11 (quinta) para isso. A questão é arrumar tempo para isso tudo… (risos) Abs, Onofre*" Uau! Eu, o homem do ano! Só que aí fui olhar o restante da mensagem encaminhada... "Oi, Onofre, tudo bem? Como nos falamos, gostaríamos de convidar o Gregório Duvivier para o abre da nossa seção de cultura. Vamos chamar a entrevista por ele ter sido o ‘homem do ano’ em 2013. Para isso, preciso de uma foto dele, que podemos marcar onde ele quiser e demora uns 30 min, é um retrato simples. A entrevista é curtinha, ou seja, podemos fazer por telefone. Meu deadline é dia 7/11. Você acha que ele consegue? Queremos muito fazer com ele. Ah, estou te mandando alguns e...

Gregório, o (mais) velho

Parece que a cada ano, o tempo passa mais rápido. Ou então o meu raciocínio fica mais lento, e eu acabo tendo essa impressão. Há poucos dias meu dei conta que meu próximo aniversário é de 30 anos, e eu não estava preparado pra isso (e ainda não estou, nem acho que um dia estarei). Só que isso é pura inocência minha, afinal o tempo costuma nos dar sinais de que ele realmente está passando. Pouco mais de três anos atrás, escrevi o texto " Gregório, o velho ", que trazia uma amostra desses sinais. Eles continuam aparecendo. Compilei alguns abaixo. Com quais deles você se identifica? Já dei aulas pra pessoas 10 anos mais novas que eu. Não estava na faixa etária da pesquisa de melhores empresas para se começar a carreira. Minha turma de faculdade organiza jogos de futebol de casados contra solteiros. Sou fã de artistas que estão milionários e são muito mais novos que eu. Não consigo mais comer um algodão doce inteiro, desisto no meio do caminho pois meu org...

Grégrio

(ou como um software que não reconhece caracteres acentuados pode causar altas confusões na vida de um Gregório)

Feliz dia dos namorados

Um gif animado em homenagem àquela que me faz a pessoa mais feliz desse mundo! Feliz dia dos namorados, meu amor!

Como aprendi a ler no ônibus

Até alguns anos atrás, sempre que tentava ler em um ônibus em movimento, eu sentia tonteiras. Não preocupava muito com isso: simplesmente não lia, até porque acostumei-me a ouvir que eu poderia deslocar minha retina. Mas isso era só um desses mitos que passa de geração pra geração sem ninguém questionar (Fonte: Unimed ). Acontece que o tempo gasto em transporte é um dos maiores desperdícios da sociedade moderna. Como eu tenho muita dificuldade para dormir em ônibus, passava a maior parte do meu tempo ouvindo música. Até que resolvi enfrentar essa situação. Desenvolvi uma técnica para o aprendizado gradual da leitura em ônibus. Funcionou comigo, pode funcionar com você. Comecei com o básico. Peguei um livro e comecei a ler. Em dois minutos já fiquei meio zonzo e parei. Mas não desisti. Esperei o dia seguinte e voltei a tentar - e a resposta do meu organismo foi a mesma. E continuei assim, sucessivamente, a cada momento em que eu precisava me deslocar utilizando o transpor...

Pisando em Lego

(quando blocos de brinquedo e circuitos integrados podem ser prejudiciais à sua saúde) Ano passado a Lego divulgou uma animação em computação gráfica contando a história da empresa. Era tão bem executada que tinha potencial até pra ser indicada ao Oscar de melhor curta-metragem em animação (na minha humilde opinião). Se ainda não viu esse vídeo, você pode conhecê-lo aqui. Quase um ano depois, a Lego divulgou uma cena cortada do filme, mostrando uma bela duma pisada em um bloco. Só quem brincou com Lego quando criança sabe o que era colocar todo o seu peso sobre uma única pecinha. O vídeo não é tão emotivo quanto o primeiro, é só uma piada curta que vai criar um efeito de nostalgia em algumas pessoas. Mas é legal mesmo assim. P.S.: Já na adolescência, quando comecei a estudar eletrônica, conheci um componente muito mais perigoso que bloquinhos de Lego: os famigerados circuitos integrados. Nesse caso, os acidentes aconteciam nas bancadas, quando eu apoiava a mão sobre u...

Quinhentos

Esse é o post de número 500 desse blog, criado em 2004 mas que tornou-se ativo de verdade apenas em 2006. Não foi minha primeira home page: desde o século passado costumo arrisco-me a publicar conteúdo autoral na internet, mas nenhum desses antigos sites está ativo. Também não é a última: colaboro com o Move That Jukebox desde 2011 e já escrevi cerca de 180 posts por lá. Considerando-se que levo em média 45 minutos para publicar um post (às vezes mais, às vezes menos), gastei 375 horas da minha vida mantendo esse blog. Esse tempo seria possível para, por exemplo: ler O Senhor dos Anéis dezenove vezes; assistir todos os episódios de Lost por quatro vezes; correr 3 mil quilômetros; escutar o disco Abbey Road , dos Beatles, 478 vezes; jogar o game das Tartarugas Ninja de Super Nintendo até o final 250 vezes; rever todos os jogos da seleção brasileira desde a primeira Copa do Mundo por duas vezes; assistir todos os episódios da telenovela Avenida Brasil duas vezes;...

O melhor do Instagram

O Instagram é o substituto natural do (praticamente) finado Fotolog. Eu mesmo tive um flog durante um tempo, que foi até concomitante com esse blog. Abandonei-o, como todo mundo. As mídias sociais e os dispositivos mudaram a forma como compartilhamos fotos. Tornei-me usuário do Instagram no dia em que ele foi disponibilizado para dispositivos com Android. De lá pra cá, postei mais de 100 fotos para cerca de 200 seguidores. Esses seguidores são os responsáveis pela seleção dessa lista: aqui estão classificadas as fotos que receberam mais "coraçõezinhos" no Instagram. São as mais votadas por eles, e não as escolhidas por mim. É natural que as fotos mais recentes apareçam mais, pois no começo não tinha tanta gente acompanhando minhas atualizações. De qualquer forma, dá pra se ter uma noção geral das fotos que posto. E se você quiser me acompanhar no Instagram, é só visitar o meu perfil aqui . 15º lugar : Gregório no mundo digital 14º lugar : Com Paul Z...

Quando fiquei rico

Riqueza é um negócio relativo. Se a revista Forbes ou qualquer outra pessoa analisar minha declaração de imposto de renda, vai notar que não sou rico, de acordo com os padrões da sociedade em que vivemos. Mas acho que, financeiramente falando, sou uma pessoa rica sim. Falo isso pensando em um único argumento, que pra mim é o suficiente: hoje eu consigo comprar livros, revistas, filmes, jogos de videogame, CDs e LPs numa velocidade muito maior que consigo consumi-los. Além disso, vou a (praticamente) todos os shows que quero. Isso só foi possível depois que comecei a trabalhar e ganhar meu próprio salário. Falando em dinheiro, preciso de mais? Acho que não. OK, na verdade eu preciso de dinheiro sim. Mas todo mundo precisa, e sentimos que nunca é o suficiente. Adequamos nosso padrão de vida à quantidade de dinheiro que ganhamos, e isso é natural. É claro que só investir em cultura não é o suficiente para que eu viva bem, e confortavelmente. Mas que ajuda muito, isso ajuda.