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Postagens

Alguns e-books gratuitos sobre Big Data

De acordo com Edd Dumbill, em Big Data Now , "big data são os dados que excedem a capacidade de sistemas de bancos de dados convencionais". Com a evolução da internet e das mídias sociais, a quantidade de dados que geramos é cada vez maior, e usar isso a nosso favor pode trazer excelentes resultados para empresas. Passei a me envolver com o assunto, e acredito bastante em seu potencial. Nos últimos meses participei de um curso no MIT (Massachussetts Institute of Technology) e de uma conferência no Vale do Silício para buscar conhecimento. Parte do meu aprendizado vem de livros, e muitos deles são gratuitos. Depois de postar uma foto no Instagram , acabei listando alguns para enviar para um colega. Aproveito o blog para reproduzir essa lista com os links, para que mais pessoas aproveitem o material. Alguns exigem um cadastro simples para serem baixados e a maioria deles está disponível nos formatos ePUB, PDF e MOBI. Big Data Now 2012 , da O'Reilly Media (introd...

Quinhentos

Esse é o post de número 500 desse blog, criado em 2004 mas que tornou-se ativo de verdade apenas em 2006. Não foi minha primeira home page: desde o século passado costumo arrisco-me a publicar conteúdo autoral na internet, mas nenhum desses antigos sites está ativo. Também não é a última: colaboro com o Move That Jukebox desde 2011 e já escrevi cerca de 180 posts por lá. Considerando-se que levo em média 45 minutos para publicar um post (às vezes mais, às vezes menos), gastei 375 horas da minha vida mantendo esse blog. Esse tempo seria possível para, por exemplo: ler O Senhor dos Anéis dezenove vezes; assistir todos os episódios de Lost por quatro vezes; correr 3 mil quilômetros; escutar o disco Abbey Road , dos Beatles, 478 vezes; jogar o game das Tartarugas Ninja de Super Nintendo até o final 250 vezes; rever todos os jogos da seleção brasileira desde a primeira Copa do Mundo por duas vezes; assistir todos os episódios da telenovela Avenida Brasil duas vezes;...

O melhor do Instagram

O Instagram é o substituto natural do (praticamente) finado Fotolog. Eu mesmo tive um flog durante um tempo, que foi até concomitante com esse blog. Abandonei-o, como todo mundo. As mídias sociais e os dispositivos mudaram a forma como compartilhamos fotos. Tornei-me usuário do Instagram no dia em que ele foi disponibilizado para dispositivos com Android. De lá pra cá, postei mais de 100 fotos para cerca de 200 seguidores. Esses seguidores são os responsáveis pela seleção dessa lista: aqui estão classificadas as fotos que receberam mais "coraçõezinhos" no Instagram. São as mais votadas por eles, e não as escolhidas por mim. É natural que as fotos mais recentes apareçam mais, pois no começo não tinha tanta gente acompanhando minhas atualizações. De qualquer forma, dá pra se ter uma noção geral das fotos que posto. E se você quiser me acompanhar no Instagram, é só visitar o meu perfil aqui . 15º lugar : Gregório no mundo digital 14º lugar : Com Paul Z...

(Re)instalando o Android 4.1.2 no Samsung Galaxy S3

Atualizado em 18 de maio de 2013 No começo de fevereiro, Samsung Brasil fez a alegria dos proprietários do Galaxy S3 ao liberar mais uma atualização do Android para o aparelho. Conhecida como Premium Suite, a nova versão do firmware tem o Android Jelly Bean 4.1.2 com diversas customizações da fabricante coreana. Acontece que alguns aparelhos passaram a apresentar inúmeros problemas após essa atualização (o meu entrou nessa lista). Procurei em diversos fóruns e sites a solução, e acabei não encontrando. Apenas constatei que eu não era o único que estava angustiado. Entre os problemas apresentados após a atualização, estão: Telefone não carrega a bateria ao plugar na tomada; Aparelho desliga sozinho; Aplicativos travam, forçando o reinício do sistema operacional; Sobreaquecimento; Telefone não recebe dados conectado ao Wi-Fi; Lentidão extrema; Interface TouchWiz sem fluidez; Consumo excessivo de energia. Meu telefone apresentou quase todos esses sintomas. Isso é meio...

Quando fiquei rico

Riqueza é um negócio relativo. Se a revista Forbes ou qualquer outra pessoa analisar minha declaração de imposto de renda, vai notar que não sou rico, de acordo com os padrões da sociedade em que vivemos. Mas acho que, financeiramente falando, sou uma pessoa rica sim. Falo isso pensando em um único argumento, que pra mim é o suficiente: hoje eu consigo comprar livros, revistas, filmes, jogos de videogame, CDs e LPs numa velocidade muito maior que consigo consumi-los. Além disso, vou a (praticamente) todos os shows que quero. Isso só foi possível depois que comecei a trabalhar e ganhar meu próprio salário. Falando em dinheiro, preciso de mais? Acho que não. OK, na verdade eu preciso de dinheiro sim. Mas todo mundo precisa, e sentimos que nunca é o suficiente. Adequamos nosso padrão de vida à quantidade de dinheiro que ganhamos, e isso é natural. É claro que só investir em cultura não é o suficiente para que eu viva bem, e confortavelmente. Mas que ajuda muito, isso ajuda.

O WhatsApp será pago a partir deste sábado

(ou não) Não sei quando foi criada a primeira corrente, mas foi antes da internet. Lembro de receber cartas pelo correio com pedidos para serem encaminhadas para dezenas de pessoas, sempre com um objetivo inalcançável. A tecnologia muda, e as correntes se adaptam. Hoje recebi a seguinte mensagem, no aplicativo WhatsApp ( disponível para a maioria dos smartphones ). Apartir deste sábado o WhatsApp será pago mensalmente num valor de 2,99U$, por nossos servidores estarem se congestionando, os usuarios frequentes não terão de pagar mas para isso envie essa mensagem para 20 pessoas, seu WhatsApp ficara vermelho e entao os que o icone do mesmo nao for vermelho perderam suas contas tendo de pagar mais 20 U$ para renovalas! Atenciosamente Marcos Fillardo (CEO do WhatsApp) Vou poupar o remetente, já foi vergonha demais o fato dele ter repassado a mensagem para vinte pessoas. Claramente, é uma mensagem falsa. Mas como ela está se espalhando, vou cumprir meu papel de mentor para ...

El Museo Del Fútbol @ Estadio Centenario

  Um dos passeios mais legais de Montevidéu, no Uruguai, é o Museu do Futebol (pra quem aprecia o esporte, é claro).  O museu fica no Estadio Centenário, um estádio relativamente pequeno para os padrões atuais, mas que foi sede da primeira Copa do Mundo, sediada e vencida pelo Uruguai em 1930. O uruguaio parece ser tão apaixonado pelo futebol quanto os brasileiros e, naturalmente, o museu celebra a história do esporte no país, sem deixar de expor os destaques do esporte ao redor do globo. Um dos episódios com maior destaque é a final da Copa de 1950 vencida pelo Uruguai sobre o Brasil no Maracanã. Acho que a melhor final possível para a Copa de 2014 seria Brasil x Uruguai. E se fosse assim, qualquer resultado seria fantástico: tanto a revanche brasileira quanto uma nova vitória uruguaia. Curiosamente, o único clube que tem um espaço exclusivo no museu é o Cruzeiro. Mas isso tem um motivo: um vice-presidente do time, em uma visita ao museu, levou a ban...