Nunca fui fã do Ozzy Osbourne. Mas fiquei com muita vontade de ler a biografia do metaleiro mais famoso (e pop) do mundo. Matei a vontade. Biografias costumam ser interessantes quando inspiram você a seguir os passos da pessoa que está sendo retratada. Um biografado costuma ser um exemplo. Mas Ozzy não é assim. A não ser que encaremos tudo como a história de um garoro pobre, sem estudos que ganhou reconhecimento mundial e muito dinheiro. O sonho americano. Mas a impressão que dá é que tudo aconteceu por um misto de talento inato e muita sorte. Ozzy é bom no que faz. Sempre esteve acompanhado por pessoas que se preocupavam com ele e que trabalhavam para seu sucesso. Com uma grande equipe, suas maiores preocupações eram quais drogas iria tomar e com quantas groupies ia se relacionar. Não é uma história bonita. Há várias situações engraçadas, um humor politicamente incorreto. Mas também é uma história chocante, bizarra e por muitas vezes escatalógica. Ele arrancou a cabeça de um mo...