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360 shows

Há cerca de 4 anos, fiz um apanhado de todas as  bandas, cantores e DJs que eu tinha visto ao vivo, e me lembrava disso. De lá pra cá, mantive o registro de cada show que fui, e esse número aumentou espantosamente. Naquela época, inseri na lista 21 shows que eu não precisava ter ido pra ser feliz. Na lista de hoje eles não aparecem, até porque a soma daria 381, um número muito mais feio que 360. De qualquer forma, se você quiser conhecer a lista antiga, ela continua publicada aqui nos arquivos do blog . A lista internacional, que tinha singelos 14 nomes (alguns medalhões como Radiohead, Keane e Oasis) pulou pra 128 bandas - Paul McCartney, Muse, Belle and Sebastian e The Killers inclusos. A nacional também cresceu bastante, mas numa proporção mais baixa. De 115 para 242 bandas. Vale lembrar que cada banda só é contada uma vez, senão esse número seria bem maior. Só do Pato Fu já fui a 16 shows, do Los Hermanos foram uns 10. Figurinha repetida não conta. Espero que esse nú...

Como aprendi a ler no ônibus

Até alguns anos atrás, sempre que tentava ler em um ônibus em movimento, eu sentia tonteiras. Não preocupava muito com isso: simplesmente não lia, até porque acostumei-me a ouvir que eu poderia deslocar minha retina. Mas isso era só um desses mitos que passa de geração pra geração sem ninguém questionar (Fonte: Unimed ). Acontece que o tempo gasto em transporte é um dos maiores desperdícios da sociedade moderna. Como eu tenho muita dificuldade para dormir em ônibus, passava a maior parte do meu tempo ouvindo música. Até que resolvi enfrentar essa situação. Desenvolvi uma técnica para o aprendizado gradual da leitura em ônibus. Funcionou comigo, pode funcionar com você. Comecei com o básico. Peguei um livro e comecei a ler. Em dois minutos já fiquei meio zonzo e parei. Mas não desisti. Esperei o dia seguinte e voltei a tentar - e a resposta do meu organismo foi a mesma. E continuei assim, sucessivamente, a cada momento em que eu precisava me deslocar utilizando o transpor...

Meu fórum particular sobre o Samsung Galaxy S3

Quando tive uns problemas sérios de atualização com o Samsung Galaxy S3, busquei a solução de todas as maneiras na internet e não encontrei. Quando resolvi os problemas, decidi escrever um texto detalhando a solução para ajudar outras pessoas. O que eu não esperava é que ele fosse ajudar tanta gente. Esse post, que pode ser lido aqui , praticamente dobrou o número de visitantes do meu blog nas últimas semanas. Mas aí começou um fenômeno interessante: os leitores passaram a postar algumas perguntas, e eu comecei a respondê-las. Hoje o post já tem 39 comentários, coisa que nunca tinha acontecido no meu humilde blog. Aparentemente, ajudei muita gente. Fico feliz com isso, pois era essa a intenção. Aliás, essa é uma das belezas da internet: em algum lugar do mundo, sempre tem alguém com o mesmo problema que você e que pode acabar te ajudando. Basicamente, estou servindo de suporte técnico da Samsung sem ganhar nada pra isso. Fica a dica aí Samsung: porque vocês não me dão um Gala...

Quem se importa com o Homem de Ferro?

Se essa pergunta fosse feita há mais de 5 anos, dificilmente as pessoas conseguiriam citar algum nome para respondê-la. Mas depois do herói virar um sucesso nos cinemas, a situação mudou. O Homem de Ferro é o principal herói da Marvel Studios hoje. Com os diretos do Homem-Aranha, X-Men e Quarteto Fantástico nas mãos de outros estúdios (Sony e Fox), a Marvel teve que fazer milagre pra atingir seu objetivo de levar os Vingadores à telona. E conseguiu, grande parte graças ao Homem de Ferro. Apesar de existir desde 1963, o herói de armadura nunca teve tanta popularidade fora dos quadrinhos. Aliás, nem nos quadrinhos. Minha expectativa para o filme que estreou em 2008 era baixíssima e ao assisti-lo fiquei surpreso com o resultado. Conseguiram transformar um herói sem graça numa ótima personagem nos cinemas. A história do filme era muito boa , e Robert Downey Jr foi fantástico no papel de Tony Stark. Ele foi tão bem que no segundo filme teve um destaque maior ainda. E...

Pisando em Lego

(quando blocos de brinquedo e circuitos integrados podem ser prejudiciais à sua saúde) Ano passado a Lego divulgou uma animação em computação gráfica contando a história da empresa. Era tão bem executada que tinha potencial até pra ser indicada ao Oscar de melhor curta-metragem em animação (na minha humilde opinião). Se ainda não viu esse vídeo, você pode conhecê-lo aqui. Quase um ano depois, a Lego divulgou uma cena cortada do filme, mostrando uma bela duma pisada em um bloco. Só quem brincou com Lego quando criança sabe o que era colocar todo o seu peso sobre uma única pecinha. O vídeo não é tão emotivo quanto o primeiro, é só uma piada curta que vai criar um efeito de nostalgia em algumas pessoas. Mas é legal mesmo assim. P.S.: Já na adolescência, quando comecei a estudar eletrônica, conheci um componente muito mais perigoso que bloquinhos de Lego: os famigerados circuitos integrados. Nesse caso, os acidentes aconteciam nas bancadas, quando eu apoiava a mão sobre u...

Como o frio pode te ajudar a perder peso

(ou "O inverno está chegando") É difícil para um brasileiro viajar para os Estados Unidos e não engordar. Não estamos acostumados às porções tão grandes, aos doces deliciosos e ao refrigerante ~pequeno~ que tem 700 mL. Certa vez, numa viagem de menos de uma semana tive até que mudar o buraco do cinto que utilizava. Só que mês passado foi diferente. Em oito dias perdi quase 3 quilos. Não passei fome, não comi mal. Pensei em duas explicações plausíveis: andei bastante, e estava muito frio (de -2º a 4º, em média). Cheguei a pegar uma nevasca de 40 cm. No frio, meu organismo acabava exigindo mais energia, e acabei perdendo boa parte da minha gordura (que, por sinal, já estava me incomodando). Sempre leio a revista Wired, que costuma ditar tendências tecnológicas. E na edição de fevereiro, foi publicada uma matéria intitulada "The Shiver System" (ou "O Sistema do Calafrio", numa tradução livre). Ao longo de sete páginas, o autor Steven Leck...

Alguns e-books gratuitos sobre Big Data

De acordo com Edd Dumbill, em Big Data Now , "big data são os dados que excedem a capacidade de sistemas de bancos de dados convencionais". Com a evolução da internet e das mídias sociais, a quantidade de dados que geramos é cada vez maior, e usar isso a nosso favor pode trazer excelentes resultados para empresas. Passei a me envolver com o assunto, e acredito bastante em seu potencial. Nos últimos meses participei de um curso no MIT (Massachussetts Institute of Technology) e de uma conferência no Vale do Silício para buscar conhecimento. Parte do meu aprendizado vem de livros, e muitos deles são gratuitos. Depois de postar uma foto no Instagram , acabei listando alguns para enviar para um colega. Aproveito o blog para reproduzir essa lista com os links, para que mais pessoas aproveitem o material. Alguns exigem um cadastro simples para serem baixados e a maioria deles está disponível nos formatos ePUB, PDF e MOBI. Big Data Now 2012 , da O'Reilly Media (introd...